quinta-feira, 17 de novembro de 2011

PDT Petrópolis aposta nas Mulheres em 2012

O PDT Petrópolis organiza uma série de eventos ao final do ano visando preparar a militância do partido e os pré-candidatos a vereador para as eleições municipais em 2012. Uma das prioridades do partido tem sido o fortalecimento da sua nominata de mulheres pré-candidatas à Câmara Municipal de Petrópolis, conforme defende Nelson Sabrá, presidente do diretório municipal do PDT e pré-candidato a prefeito, além de um grande incentivador de uma maior participação das mulheres na política petropolitana. “Temos excelentes quadros femininos no PDT, com grandes possibilidades de se elegerem vereadoras nas próximas eleições. São mulheres preparadas e com grande experiência em suas respectivas áreas de atuação junto à sociedade petropolitana, sejam como professoras, empresárias, líderes comunitárias, enfermeiras, advogadas, enfim, um amplo leque de candidaturas diferenciadas que serão apresentadas à população no ano que vem”, afirmou Sabrá.
Uma das apostas do PDT para a Câmara Municipal é a empresária Claudia de Rezende Fernandes, 31 anos, casada, nascida e criada em Petrópolis. Formada em Comunicação Social com especialização em Propaganda e Marketing pela ESPM-RJ e atuação no ramo da comunicação visual, Cláudia tem como principal foco de atuação a implementação de ações voltadas para o desenvolvimento econômico de Petrópolis, uma das principais bandeiras defendidas pelo PDT municipal. ”É preciso trazer grandes empresas para nossa cidade, gerando empregos e fomentando a economia local. Além disso, dar incentivos e fazer com que o município também esteja ao lado dos pequenos e microempresários, que hoje se sentem sem suporte do Governo. Também é preciso dar extrema atenção à questão do ensino técnico e aperfeiçoamento profissional, para que Petrópolis tenha enfim mão de obra qualificada”, ressaltou Cláudia.
Segundo a empresária, Petrópolis é uma cidade que vem sofrendo com o esvaziamento econômico e um aumento do custo de vida que não acompanha o aumento de renda das pessoas. “Temos várias fábricas fechadas, o poder público não se movimenta para tentar transformá-las em centros produtivos, como um pólo industrial ou comercial, ou em centros culturais. Pelo contrário, perdemos em gestões anteriores grandes empresas que gerariam milhares de empregos. Muitos bairros necessitam de melhor infra-estrutura, comunidades extremamente populosas sem sequer uma agência bancária. Por que concentrar tudo no centro de Petrópolis? Temos que buscar alternativas de emprego, para não sermos conhecidos somente como a cidade das farmácias”, enfatizou.
Para Cláudia Rezende, a mulher petropolitana ainda continua nos bastidores da política, fato comprovado pela ausência feminina na atual composição da Câmara Municipal. Para ela, esta representatividade deve ser defendida não por uma questão de "cotas”, mas sim pelo fato de que a mulher tem uma visão complementar à masculina, além de ter uma sensibilidade e intuição também necessárias ao exercício de trabalhar em prol da população. “Conheço mulheres petropolitanas fantásticas, que além de serem mães e cuidarem dos seus lares, estão à frente de projetos filantrópicos ou em cargos importantes de grandes empresas, mas ainda enfrentam preconceito e recebem salários menores que o dos homens. É preciso abrir espaço para a mulher não só no campo político, mas em todas as áreas do mercado de trabalho”.

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